A prática de atividades físicas: Veja com Alexandre Costa Pedrosa, como manter a motivação
Segundo Alexandre Costa Pedrosa, manter a motivação para atividades físicas exige planejamento, constância e uma compreensão clara dos próprios objetivos. A motivação costuma variar ao longo do tempo, especialmente quando a rotina se torna repetitiva ou quando os resultados não aparecem de forma imediata. Tendo isso em vista, é possível adotar estratégias práticas para evitar o abandono dos exercícios e transformar a atividade física em um hábito sustentável. Gostaria de aprendê-las? Confira, nos próximos parágrafos!
Por que a motivação para atividades físicas diminui com o tempo?
A queda na motivação costuma ocorrer quando as expectativas não são alinhadas à realidade, como pontua Alexandre Costa Pedrosa. Muitas pessoas iniciam atividades físicas com metas muito altas, o que gera frustração nas primeiras semanas. Além disso, a rotina acelerada, o cansaço mental e a falta de acompanhamento adequado contribuem para o desânimo progressivo.
Aliás, de acordo com Alexandre Costa Pedrosa, outro fator relevante é a ausência de um significado pessoal na prática. Quando o exercício não está conectado a objetivos claros, como bem-estar, saúde ou qualidade de vida, ele passa a ser visto apenas como obrigação. Nesse cenário, a motivação tende a diminuir, abrindo espaço para longas pausas e abandono.
Como definir metas realistas e manter a motivação?
Estabelecer metas alcançáveis é um passo decisivo para manter a motivação em atividades físicas. Objetivos claros ajudam a criar senso de progresso, mesmo quando as mudanças são sutis. Inclusive, metas de curto prazo, como manter uma frequência semanal, costumam ser mais eficazes do que objetivos distantes e genéricos.
Conforme frisa Alexandre Costa Pedrosa, metas bem definidas também permitem ajustes ao longo do caminho. Desse modo, se a rotina precisar ser adaptada, o praticante não sente que falhou, mas que está reorganizando o plano. Essa flexibilidade reduz a pressão e favorece a continuidade dos exercícios ao longo do tempo.

Alexandre Costa Pedrosa mostra como manter a motivação é essencial para incorporar atividades físicas à rotina e melhorar a qualidade de vida.
A importância da rotina e da constância nos exercícios
Criar uma rotina previsível facilita a adesão às atividades físicas. Pois, quando o exercício faz parte do horário diário ou semanal, ele deixa de depender exclusivamente da motivação momentânea. A constância, nesse caso, funciona como um reforço automático do hábito. De acordo com Alexandre Costa Pedrosa, a regularidade é mais relevante do que a intensidade. Sessões mais curtas e frequentes tendem a ser mais sustentáveis do que treinos longos e esporádicos. Aliás, com o tempo, a prática se integra à rotina, reduzindo o risco de abandono mesmo em períodos de menor disposição.
Estratégias práticas para manter a motivação no dia a dia
Por fim, algumas estratégias simples podem ajudar a manter a motivação ativa e tornar as atividades físicas mais atrativas. A seguir, estão ações práticas que contribuem para a continuidade da rotina de exercícios.
- Variar as modalidades praticadas: alternar tipos de atividades evita a monotonia e estimula novos desafios físicos e mentais.
- Estabelecer horários fixos na agenda: tratar o exercício como um compromisso ajuda a manter a disciplina mesmo em dias corridos.
- Monitorar o progresso ao longo do tempo: acompanhar pequenas evoluções reforça a sensação de avanço e aumenta a motivação.
- Buscar apoio social: praticar com amigos ou grupos cria um senso de pertencimento e compromisso coletivo.
A aplicação combinada dessas estratégias fortalece a relação com o exercício. Desse modo, quando a prática se torna mais prazerosa e organizada, a motivação deixa de ser instável e passa a acompanhar o praticante ao longo do tempo.
Motivação e consistência como a base para resultados mais duradouros
Em última análise, manter a motivação para atividades físicas ao longo do tempo depende de escolhas práticas e realistas. A construção de hábitos, o respeito aos limites individuais e a adaptação da rotina são fatores que sustentam a prática contínua. Assim sendo, quando a motivação é tratada como parte de um processo, e não como algo constante, os resultados tendem a ser mais duradouros.
Autor: Lexis Clarke









